Depois de perder a primeira partida da temporada, por 2 a 1 para o Novorizontino, pelo Campeonato Paulista, o treinador Abel Ferreira concedeu entrevista coletiva após a partida.
O treinador comentou sobre diversos aspectos durante a coletiva, rechaçando vaias recebidas durante a partida, saindo em defesa do diretor de futebol Anderson Barros, dizendo: “Cada vez que fazem isso, assobiam nosso emblema. Estamos a falar diretamente do Barros, 11 títulos. Quase 400 milhões de euros em vendas. Quando eu cheguei, o Palmeiras tinha dívidas, uma lástima. Não podíamos comprar jogadores. Não dava para pagar a toda a gente. Somos das equipas mais prestigiadas internacional e nacionalmente, por isso é tão difícil negociar com o Palmeiras — vocês sabem, para outro clube um jogador custa 3, mas se for para o Palmeiras, custa 6”.
Deixou em duvida a renovação do contrato em vigência, que terminará no fim da temporada de 2025, dizendo que este ano será o ultimo no Brasil: “Estou aqui vai fazer cinco anos, vou para o meu último ano no Brasil e em todos os anos houve momentos bons e maus. Não é por uma derrota hoje… Fizemos uma péssima segunda parte e vamos seguir o trabalho. Não há nenhuma equipe que vai ganhar todas. Sabemos o que estamos a fazer sobretudo dentro, porque fora já se disse várias vezes. A responsabilidade hoje total é minha, jogamos muito bem a primeira parte, muito mal a segunda parte. Vamos seguir o caminho”
Fim de ciclo para Abel Ferreira a frente do Palmeiras? O treinador retornou a pouco tempo do período de férias e já parece demostrar sinais de cansaço, visto que já reclamou diversas vezes do calendário e do excesso de jogos da temporada brasileira. Lembrando que o Al-Sadd do Catar acionou FIFA e afirma que o treinador descumpriu um pré-contrato com o clube, afirmando que Abel se comprometeu a dirigir o clube catari na temporada de 2024.

